ganhar seus beijinhos ter seus carinhos beibe nao chora me de a mão. e ir embora vamos entrar historia beibe nao chora se importe menos arrisque mais beibe é a hora eles estao vindo se jogue e não olhe beibe é agora
Escrito por Matheus às 18h57
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nao vá pensando mal de mim sao grandes as nossas diferenças sua falta de fé no sagrado pesada é a cruz que tenho carregado não vá falando mal de mim meus pés teem me guiado esse cara me olha de lado dizem que se chama diabo nao vá me querendo mal pode vir com mandiga e jogar sal porque: meu nome é jorge. comigo ninguém pode meu nome é jorge. comigo ninguém pode meu nome é jorge. comigo ninguém pode
Escrito por Matheus às 18h20
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eu quero embrulhar voce pra presente e mandar os correios ti entregar aqui em casa que é pra ti ter só pra mim. deixar voce guardado comigo como um amuleto da sorte uma jóia de família carta de alforria. nos dias de sol ti sair e na chuva, me recolher as manhas sem você pra de noite só com você.
Escrito por Matheus às 08h36
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do muito que você é tive um pouco o suficente pra não me esquecer o bem que me fez eu nao sei se vai ter outra vez se voce chegou no peso ideal se ta tudo bem, ou tudo mal só nao vou esperar por alguém que não vai voltar e se decidir eu ja não estarei mais aqui
Escrito por Matheus às 01h57
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eu ti pipoquei pro nosso amor esplodir uma batucada embalar a felicidade surgir hoje eu recebi voce bem aqui só agora percebi quanto gosto de ti
Escrito por Matheus às 01h46
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eu vou mascar a minha felicidade de boca aberta pra quando você passar eu cuspir na sua cara. eu vou chegar do outro lado na linha de uma vez só aproveitar esses segundos que se acabam quando passa pela garganta. eu vou destruir uma maravilha corromper o sagrado beber as lagrimas que expelem da sua alma condenar o céu pro diabo EU QUERO!
Escrito por Matheus às 01h30
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quando olhei pra tras me vi de novo em mim pra frente: vi o escuro me engulir peguei na sua mão, mas a minha só cortou o ar de amarelo roxo ficou o que havia entre a gente era tudo, menos amor bem menos emoção eu jurava que nao era o mesmo acredito nao me conhecer mas li tudo sobre você!
Escrito por Matheus às 01h13
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capítulo 35: esquisito
pra falar bem a verdade eu to com febre de tristeza. sentindo um passaro novo longe do ninho. nao quero mais que me deixem sentir assim desse jeito. da rejeicao eu nao quero mais. pra nunca mais. to triste. to mole. to com sono... so nao me deixe desistir
Escrito por Matheus às 00h32
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capítulo 34: só pra não dizer que te esqueci...
... só passei por assim dizer.
Escrito por Matheus às 16h31
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parando com tudo.
e começando de novo.
Escrito por Matheus às 20h28
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capítulo 33: e o que passou calou
de volta do forró. com novas idéias e outros planos.
me mãe sabe; e levou numa boa. mais fácil que eu pensei.
ontem eu fui a missa e o tema era 'não tenha medo' era o que eu precisava ouvir!
a tayla novamente na minha vida e dessa vez trouxe o pink floyd.
a vida vai indo. e vindo!
Escrito por Matheus às 10h22
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“(...) Durante alguns minutos Alice ficou sem dizer nada, olhando em todas as direções daquela região, que era bastante curiosa (...)
— Ora essa, parece mais um grande tabuleiro de xadrez - terminou por dizer. —Deve haver algumas peças sendo mexidas por ali...e lá estão elas! - acrescentou encantada.(...) Como eu gostaria de ser um deles! Não me importa se eu fosse apenas um peão, contanto que pudesse...embora, é claro, eu preferisse ser uma Rainha.
Olhou timidamente de soslaio para a verdadeira Rainha, enquanto dizia isso, mas sua acompanhante apenas sorria cheia de prazer, dizendo depois: Isso é fácil de se arranjar. Você pode ser o Peão da Rainha Branca, se quiser,(...) E logo de começo você já está na segunda casa. Quando chegar na oitava será uma Rainha...Quase de imediato, não se sabe bem como, puseram-se a correr.
Alice nunca pôde saber direito, quando pensou mais tarde, como é que isso tinha começado: tudo que ela se lembrou é que as duas estavam correndo de mãos dadas, e a Rainha era tão veloz que tudo que ela podia fazer era tentar acompanhá-la. Mesmo assim, a Rainha não se cansava de gritar “Mais depressa! Mais depressa!” Alice não podia ir mais depressa, embora mal tivesse fôlego para dizê-lo.
O mais curioso é que as árvores e tudo o mais em volta não parecia mudar em nada: por mais velozes que fossem, elas pareciam não sair do lugar.(...) E a Rainha continuava a gritar “Mais depressa! Mais depressa!”, arrastando-a com força.(...) E iam tão velozes que finalmente pareciam deslizar pelos ares, quase sem tocar o solo com os pés, até que de súbito, justo quando Alice parecia morrer de cansaço,elas pararam.(...)
A Rainha recostou-a numa árvore e disse gentilmente: — Você pode descansar um pouco agora.
Alice olhou em volta de si muito surpreendida. — Ora, essa, acho que ficamos sob essa árvore o tempo todo! Está tudo igualzinho!
— Claro que está - disse a Rainha. — O que você esperava?
— Em nossa terra - explicou Alice, ainda arfando um pouco - geralmente se chega noutro lugar, quando se corre muito depressa e durante muito tempo, como fizemos agora.
— Que terra mais vagarosa! - comentou a Rainha. — Pois bem, aqui, veja, tem de se correr o mais depressa que se puder, quando se quer ficar no mesmo lugar. Se se quiser ir a um lugar diferente, tem de se correr pelo menos duas vezes mais depressa do que agora.(...)”. por lewis carroll.
Escrito por Matheus às 17h50
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capítulo 32: não quero que meu verão seque seu jardim
queria, de verdade, saber qual é o seu novo endereço, saber o que você anda escrevendo. como estão as coisas pra você. se continua com a dieta. se anda pirando muito o cabeção e com quem você anda descolando cocaína. quais músicas você colocou no seu mp3. quais os últimos filmes que você alugou. se ainda vai à terapia. e como vai o estágio. o paulo, a gi, o mateus... e todas aquelas paranóias que só você tem.
só queria que soubesse que estou feliz. tanto quanto nós fomos! [mas caso não saiba... não tem problema!]
às vezes, [às vezes mesmo!] sinto a sua falta, mas me acostumei com a sua ausência.
pensei que não teríamos o fim que tivemos. pensei que não teríamos um fim. e tivemos.
Escrito por Matheus às 16h10
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capítulo do bruno.
e que assim seja!
Escrito por Matheus às 14h51
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capítulo 31: é pela última vez
é pela ultima vez que escrevo com o traseiro nesta cadeira. hoje o claretiano e eu cortamos o cordão umbilical. não quero mais isso pra minha vida. adeus. pra sempre!
Escrito por Matheus às 12h50
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